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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Arte urbana com piada

Mäyjo, 15.07.15

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A arte urbana tem o dom curioso de chamar à atenção para os aspectos mundanos da vida na cidade, transformando frequentemente o banal em algo único e diferente. Banksy, em Londres, Roadworth, em Montreal, ou os portugueses MaisMenos e Vhils são alguns dos artistas com esta capacidade.

Em Saint Etienne, França, o artista urbano Oakoak decidiu dar uma abordagem humorística aos seus trabalhos, transformando o decaimento urbano em caprichos visuais e narrativas divertidas.

Oakoak amplia o banal, como portas fechadas, rachas no pavimento e pinturas lascadas, dando vida aos detalhes que quotidianamente são ignorados. “Desde que vim para Saint Etienne, uma antiga cidade industrial, que está actualmente a sofrer um processo de reabilitação urbana, sinto a necessidade de tornar a cidade menos cinzenta e ao mesmo tempo divertida. O humor é muito importante para mim. É definitivamente o elemento mais importante no que faço”, explica o artista, citado pelo Tree Hugger.

“O principal interesse é destacar lugares e objectos que as pessoas deixaram de apreciar. Caminho muito diariamente e é, assim, que descubro locais atractivos com elementos urbanos, como paredes rachadas, por exemplo. Quando encontro algo de interessante nas minhas caminhadas, meço o espaço e estudo-o, e mais tarde venho instalar a obra”, afirma Oakoak.

O artista utiliza principalmente colagens, stencils, tinta e fita aderente para criar as suas instalações. O trabalho diário de Oakoak é feito num escritório, mas a falta de treino a nível artístico, não é barreira para fazer as suas intervenções. E talvez seja por isso que a arte urbana seja tão apelativa: é acessível a muitos e pode ser a forma mais eficiente, rápida e simples de transmitir uma mensagem.

Visto de cima

Mäyjo, 15.07.15

O Aeroporto Internacional de San Francisco

San Francisco International Airport.jpg

San Francisco International Airport

 

San Francisco, California, USA

37°37′08″N 122°22′30″W

 

A linha de táxi coloridos é visível através de uma abertura no telhado da garagem de estacionamento no Aeroporto Internacional de San Francisco.

SFO é o  vigésimo primeiro aeroporto mais movimentado do mundo, pela contagem de passageiros, pois comporta mais de 50 milhões de passageiros por ano.

 

 

OS MONUMENTOS MAIS FAMOSOS DO MUNDO VISTOS DE TRÁS

Mäyjo, 15.07.15

Monumentos mundialmente famosos numa perspetiva diferente

OS 10 PAÍSES MENOS VISITADOS DO MUNDO

Mäyjo, 15.07.15

As ilhas paradisíacas e longínquas lideram a lista dos 10 países menos visitados do mundo. Os números são da Organização Mundial de Turismo, sob a alçada das Nações Unidas, e incluem um país bem conhecido dos portugueses: Timor-Leste, que recebeu apenas 78 mil turistas em 2013.

Conheça os outros nove países e veja duas fotos de cada destino, na galeria abaixo.

10. Palau – 105.000 turistas em 2013 (fotos 1 e 2)

Com uma população de 21 mil pessoas e 250 ilhas localizadas no Oceano Pacífico, a localização é a única razão pelo qual Palau está presente nesta lista. Até porque o Governo tem uma política denominada WAVE (Welcome All Visitors Enthusiastically – Recebem entusiasticamente todos os visitantes).

9.Moldávia – 96.000 turistas (fotos 3 e 4)

Um dos dois únicos países europeus na lista, a Moldávia tem uma história única – mas a guerra civil e consequente crise financeira tem afastado os turistas.

8.Timor-Leste – 78.000 turistas (fotos 5 e 6)

Um dos mais recentes países do globo é também um dos mais remotos. Ainda assim, Timor-Leste deverá sair desta lista nas próximas edições.

7.Dominica – 78.000 turistas (fotos 7 e 8)

Um paraíso das caraíbas que tem pouco a ver com o seu vizinho quase-homónimo, a República Dominicana. Faltam vôos directos e infra-estruturas para receber os turistas.

6.São Vicente e Granadinas – 72.000 turistas (fotos 9 e 10)

São Vicente é densamente povoada, mas as Granadinas, uma série de 31 ilhas, têm a beleza e tranquilidade de um sitio pouco acessível. Aparentemente, o Governo local estará a tentar mudar esta situação.

5.Anguila – 69.000 turistas (fotos 11 e 12)

Outra ilha das Caraíbas, remota e extremamente cara, Anguila terá recebido 69 mil turistas em 2013.

4.Liechtenstein – 60.000 turistas (fotos 13 e 14)

O Liechtenstein é um dos seis mais pequenos países do mundo, e o único a situar-se totalmente nos Alpes. Não deverá deixar este ranking nos próximos anos

3.Niue – 7.000 turistas (fotos 15 e 16)

Um dos mais desconhecidos países desta lista, Niue recebeu sete mil turistas em 2013. É uma ilha remota e com apenas 1.400 habitantes.

2.Montserrat – 7.000 turistas (fotos 17 e 18)

Em tempos, Montserrat foi um dos mais populares locais de férias das Caraíbas. Mas as catástrofes naturais – incluindo um furacão que destruiu 90% da ilha em 1995 -, acabaram com o turismo

1.Kiribati – 6.000 turistas (fotos 19 e 20)

Kiribati tem todas as condições para liderar este ranking. Fica no meio do nada – a cinco horas do arquipélago do Havai – tem pouquíssima influência Ocidental e poucas infra-estruturas para receber turistas nos seus 33 atóis. Ah, e também sofre – e bastante – com as alterações climáticas.

AZENHA DO MAR: O QUE FAZEM OS PESCADORES PARA SE TORNAREM MENOS DEPENDENTES DO MAR?

Mäyjo, 14.07.15

Azenha do Mar: o que fazem os pescadores para se tornarem menos dependentes do mar? (com VÍDEO)

“Para mim é o paraíso, é o melhor sítio do mundo para se estar”. É assim que Valter Silva, pescador de 32 anos, fala dos trilhos pedestres da Azenha do Mar. Valter é um dos cinco pescadores que trocaram as redes e os barcos, esporadicamente, para guiarem turistas em percursos de natureza.

Ao mesmo tempo que mostra aos turistas este pequeno pedaço de paraíso do concelho de Odemira, garante um rendimento extra para o orçamento familiar, ainda que simbólico.

“O nosso porto não tem muitas condições, e este Inverno tivemos três meses sem ir ao mar, só recomeçámos a fazê-lo recentemente. E esta é também uma forma de passarmos o tempo. Sabe bem passear e andar”, explicou o pescador-guia ao Economia Verde.

O pai de Valter, José Manuel, também é guia e dá workshops de culinária, em parceria com a mulher. É que a pesca já não mete 40 barcos na Azenha do Mar, como antigamente – hoje, existem pouco mais de 10 barcos.

Com o número de pescadores a diminuir, a cooperativa Taipa tentou perceber como poderia tornar a comunidade piscatória menos dependente do mar. Para além dos passeios na natureza e das aulas de cozinha, os pescadores também produzem e vendem peças de artesanato.

“Tudo isto tem muito a ver com as características desta comunidade, que gosta muito de receber e mostrar o que tem de melhor. E a verdade é que não estava a conseguir fazê-lo. E aí entramos nós, que tentamos potenciar o que já é deles, e mostrá-lo à comunidade e turistas. Todas estas actividades já existiam, mas não eram visíveis”, explicou Ivânia Guerreiro, da cooperativa Taipa, ao Green Savers.

A estratégia passa também por vender o peixe directamente aos consumidores, um projecto chamado de Cabaz do Mar. Em cada encomenda, um consumidor recebe três quilos de peixe apanhado exclusivamente na Costa de Odemira e disponível no dia da compra. O objectivo é promover uma pesca mais sustentável e valorizar espécies geralmente menos apreciadas. Veja como a comunidade piscatória de Azenha do Mar está a mudar no episódio 240 do Economia Verde.